Universidade de Aveiro extrai biodiesel de microalgas da ria de Aveiro

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Não há, que se saiba, petróleo na ria de Aveiro mas as Chlorella vulgaris podem muito bem substituí-lo. São microalgas naturais da laguna e, a partir delas, uma equipa de investigação da Universidade de Aveiro (UA) descobriu forma de produzir biodiesel. Para já, o biocombustível extraído é apenas uma amostra das quantidades que os investigadores querem ver circular no mercado. O objetivo do projeto dos cientistas dos departamentos de Engenharia Mecânica e de Biologia da UA é mesmo que, um dia, ao encostar o carro numa bomba de abastecimento de combustível, qualquer condutor possa optar pelo ‘petróleo da ria’, protegendo com isso a economia nacional e o ambiente.

Para que tal revolução aconteça, aponta o investigador Fernando Neto, um dos responsáveis pelo projeto, «a extração de biodiesel de microalgas tem de ser realizada através de processos, já em desenvolvimento na UA, que não encareçam o produto e que este respeite os requisitos técnicos da União Europeia».

Com a primeira fase do trabalho concluída, que é como quem diz, com a identificação de uma espécie de microalga da ria da qual já foi obtido biodiesel, os investigadores da UA querem agora aperfeiçoar a técnica de extração. «O biodiesel que já conseguimos produzir ainda não está cem por cento conforme as normas europeias, mas oferece potencial para lá chegarmos», garante o Prof. Fernando Neto.

Técnicas baratas de extração em aperfeiçoamento

O trabalho dos investigadores da UA tem também baterias apontadas para o «aperfeiçoar dos processos de conversão de microalgas em biodiesel de forma a que este seja economicamente compatível com o bolso dos utilizadores». Naturalmente, explica o Prof. Fernando Neto, «não adianta estar a produzir um combustível que custe dez vezes mais do que um combustível convencional». Porque o grande objetivo da investigação, sublinha o investigador, é mesmo contribuir para que o biodiesel possa «concorrer comercialmente com os combustíveis fósseis».

A utilização de microalgas, para além destas constituírem um recurso inesgotável pelo uso de técnicas de cultivo baratas em desenvolvimento no Departamento de Biologia, para não encarecerem o biodiesel, pode trazer também outras vantagens para o ambiente.  «Como as microalgas têm grandes necessidades, quer de CO2, quer de compostos azotados, estamos igualmente a realizar a avaliação de ciclo de vida de todas as fases do processo de obtenção do biodiesel», acrescenta a Prof. Margarida Coelho. A investigadora salienta que outra das vantagens da utilização das microalgas da ria de Aveiro é que estas «não competem com culturas alimentares, como é o caso de outros produtos biológicos utilizados na produção de biocombustíveis, porque podem ser cultivadas em ambientes que estejam degradados».

O projeto em que participa a UA tem a coordenação geral da universidade de Vigo e que conta igualmente com a parceria com a universidade espanhola de Almeria, o Instituto Energético da Galiza e a universidade francesa de Pau, está inserido no Programa de Cooperação Territorial do Espaço Sudoeste Europeu SUDOE 2007-2013. Trata-se de um programa financiado pela Comissão Europeia para projetos que envolvem consórcios de universidades / institutos de investigação portugueses, espanhóis e franceses.

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500 candidatos ao ensino superior vão conhecer a NOVA

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Estão já inscritos 500 candidatos para o OPEN DAY que a  Nova School of Business and Economics (Nova SBE) organiza no dia 18 de Maio – um dia aberto a todos os candidatos ao ensino superior interessados em conhecer a escola de economia e gestão e os programas que oferece.

Escolher a escola onde se vai tirar o curso é uma das decisões mais difíceis e importantes na vida de um estudante. Para apoiar esta decisão a Nova SBE organiza o Open Day, onde ao longo de uma tarde os candidatos podem conhecer a Nova SBE e o ambiente que se vive na escola e no final terão informação para escolherem a da licenciatura que mais se adequa ao seu perfil, conhecerão a experiência dos atuais alunos e ainda as perspetivas que existem no fim da licenciatura.

Tudo isto num ambiente de descontração e que privilegia a interação entre candidatos e os atuais alunos, staff e docentes da NOVA.

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Crédito a estudantes do ensino superior com garantia mútua

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Em menos de cinco anos letivos, o sistema nacional de garantia mútua viabilizou a concessão de crédito a 17.236 estudantes portugueses do ensino superior. Em valor, o montante global dos contratos firmados por estudantes de licenciaturas, mestrados, pós-graduações ou de especialização tecnológica ao abrigo deste tipo de empréstimos chegava aos 196,8 milhões de euros no final de março.

Criado em 2007/2008, o crédito pessoal para estudantes do ensino superior com garantia mútua foi relançado em 12 de janeiro deste ano e até 31 de março foram formalizados 1.437 novos contratos, num valor superior a 16,9 milhões de euros. Deste montante, foram já utilizados quase 2,24 milhões de euros (13,2%).

Desde o lançamento deste produto financeiro inovador, o crédito utilizado superou os 134,4 milhões de euros (68,3% do crédito contratado).

“A resposta que a banca e o sistema nacional de garantia mútua têm dado representa um investimento significativo no futuro do país. Mesmo numa conjuntura em que o crédito é escasso e caro, têm sido possível responder a milhares de estudantes com um produto adequado às suas necessidades, sem garantias patrimoniais nem fiadores”, realça José Fernando Figueiredo, presidente da SPGM – Sociedade de Investimento, empresa que funciona como uma espécie de holding do sistema, e também das quatro sociedades de garantia mútua que operam em Portugal (Agrogarante, Garval, Lisgarante e Norgarante).

Com 4.537 estudantes apoiados e mais de 52,1 milhões de euros emprestados, dos quais 50,8% (mais de 26,4 milhões) foram utilizados, o ano letivo passado foi aquele em que mais crédito foi concedido. Aliás, tanto em quantidade como em valor a procura tem aumentado sempre desde que, em 2007/2008, foi lançado este produto financeiro específico, em que o spread máximo continua a ser de 1% e as taxas de juro são “propositadamente convidativas e incorporam um apoio dos intervenientes no sistema”, como sublinha o presidente da SPGM.

No ano escolar seguinte, celebraram-se 3.886 contratos (mais de 44 milhões de euros) e em 2009/2010 o número de estudantes beneficiados subiu para 4.074 (mais de 47,1 milhões de euros). Em 2011/2012 e em 80 dias de comercialização do produto, sete instituições bancárias e três sociedades de garantia mútua (Norgarante, Lisgarante e Garval) viabilizaram operações equivalentes a 31,6% da produção de todo o ano letivo de 2010/2011. Em média, o valor dos empréstimos contratados cresceu 2,6%, tendo passado de 11,4 mil euros, em 2010/2011, para 11,7 mil euros, este ano.

Apesar do crescente recurso a este tipo de crédito pessoal, a taxa de estudantes incumpridores queda-se pelos 1,49%, estando em mora pouco mais de 2 milhões de euros, até final de março. Este aspeto, porém, “é decisivo para a banca e para o sistema de garantia mútua continuarem a trabalhar este produto”, adverte José Fernando Figueiredo, uma vez que “as margens com que todos estamos a trabalhar são negativas”.

É que, lembra o presidente da SPGM, “este é o tipo de crédito que, para ter o efeito distributivo que se pretende, não pode ser posto em causa por quem dele beneficia”.

Com efeito, para além do spread e dos juros imbatíveis, outras das particularidades do crédito pessoal para estudantes do ensino superior tem a ver com o montante contratado, que pode variar entre mil e 5 mil euros anuais, com um máximo de 25 mil para os cursos de cinco anos. O rendimento escolar é fator de bonificação do spread, estando previsto que os estudantes possam ter ainda um período de carência para liquidação do empréstimo contratado.

No corrente ano letivo, o crédito a estudantes do ensino superior com garantia mútua está a ser comercializado pelos bancos Caixa Geral de Depósitos, Santander Totta, BPI, Montepio, Crédito Agrícola, Millennium BCP e BES. Está ao alcance de estudantes de instituições públicas ou privadas, não implica fiadores nem garantias patrimoniais e pode ser utilizado para financiar a frequência de cursos de licenciatura, de mestrado ou pós-graduações. Estão igualmente abrangidos cursos de especialização tecnológica e a participação estudantil em programas de intercâmbio internacional como o Erasmus.

Sobre a SPGM e o sistema nacional de garantia mútua

A SPGM – Sociedade de Investimento, SA foi criada em 1994, por iniciativa do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) e dos principais bancos que operam em Portugal, para instituir um sistema mutualista que permitisse às pequenas e médias empresas portuguesas aceder ao crédito em condições mais vantajosas. Cabem-lhe hoje funções próprias de uma sociedade holding, nomeadamente através da prestação de diversos serviços, através de um centro de serviços partilhados, às sociedades de garantia mútua, em cujo capital social participa.

Além disso, gere o mecanismo de contragarantia – o Fundo de Contragarantia Mútuo (FCGM) –, sem o qual a solvabilidade do sistema estaria em risco, uma vez que, sempre que uma sociedade de garantia mútua paga uma garantia ao seu legítimo beneficiário, vai imediatamente recuperar parte da perda junto de tal fundo.

As sociedades de garantia mútua (SGM), que são quem faz as garantias no mercado, são instituições de crédito privadas, mutualistas, detidas por mais de 55 mil PME nacionais, e que emitem garantias aos bancos e outras entidades, em favor das empresas ou de pessoas individuais, como é o caso dos estudantes do ensino superior, no sentido de facilitar o seu acesso ao crédito. Beneficiam de uma contragarantia do FCGM, gerido pela SPGM. No global, estas entidades constituem o sistema nacional de garantia mútua, com capitais próprios subscritos agregados (públicos, no FCGM, e privados, nas SGM) próximos dos 1000 milhões de euros e com garantias emitidas superiores a 6 mil milhões de euros, para uma carteira atual próxima dos 3 mil milhões.

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Professores da Universidade de Coimbra criam “Lojas de Saber”

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As Lojas de Saber representam uma iniciativa inovadora que se destina a disponibilizar o vasto e valioso saber de pessoas com conhecimento e experiência profissional, que se encontram atualmente em situação de reforma, a todos os cidadãos que genuinamente querem aprender mais e beneficiar deste precioso recurso da sociedade.

O espírito das Lojas do Saber, que tem como mentor principal o Prof. Doutor João Pedroso de Lima, encontra-se no plano da dádiva e do serviço em prol de uma sociedade mais enriquecida e sábia, que não desperdiça recursos valiosos, mas, pelo contrário, os potencia e proporciona a quem quer que neles esteja interessado.

Assim, quer os cidadãos se encontrem em situação de desemprego, quer sejam profissionais de diferentes ramos do saber, estudantes, ou quaisquer outras pessoas que desejem aprender mais sobre temas do seu interesse, as Lojas de Saber constituem um espaço apropriado para elas.

Esta iniciativa não deixa de representar um contributo ímpar e de grande alinhamento com as ideias de força subjacentes à comemoração do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações.

Em suma, as Lojas de Saber pretendem ser instituições sem fins lucrativos com a finalidade de aproveitar os conhecimentos e experiência de pessoas que desempenharam atividades profissionais especializadas, ou não, nas mais diversas áreas e que, estando agora na condição de reformadas, querem oferecer os seus conhecimentos de forma gratuita e empenhada a elementos da sociedade que desejem completar a sua formação ou aprender novos conhecimentos.

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‘Verão na Técnica’ regressa às 7 Escolas da Universidade Técnica de Lisboa

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Em julho, entre os dias 2 a 6 e 9 a 13, está de regresso o ‘Verão na Técnica’, uma iniciativa promovida pela Universidade Técnica de Lisboa (UTL), em articulação com as suas sete Escolas, que visa proporcionar a alunos que vão frequentar  os 8º e 9º anos do 3º ciclo e 10º, 11º e 12º Anos do Ensino Secundários a oportunidade de conhecer e experimentar o ritmo e o espírito da vida académica nas suas mais variadas facetas. As inscrições para a 2ª edição do ‘Verão na Técnica’ decorrem até ao próximo dia 31 de maio.

O ‘Verão na Técnica’ – com duração de 2 semanas – tem como objetivo proporcionar aos jovens, que pretendam no futuro seguir a vida académica, uma experiência enriquecedora e suficientemente abrangente do ritmo e do espírito vivido nas 7 Escolas da UTL – Faculdade de Medicina Veterinária, Instituto Superior de Agronomia, Instituto Superior de Economia e Gestão, Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Faculdade de Motricidade Humana e Faculdade de Arquitectura – através da participação em múltiplas atividades de carácter científico (palestras, experiências, visitas e workshops), lúdico e desportivo.

Nesta 2ª edição os alunos poderão escolher um dos programas oferecido nas  Escolas da UTL. Os jovens poderão – descobrir a ciência e investigação que se desenvolve na instituição e os cursos que oferece. Para isso, em cada escola, um conjunto de professores preparou um plano completo de atividades para mostrar os conhecimentos básicos, os métodos de trabalho e as tarefas práticas relativos aos cursos lecionados na UTL. Diariamente, os jovens serão acompanhados por alunos da Universidade que ajudarão a resolver os desafios colocados, responderão às dúvidas e levarão os jovens a conhecer as instalações, mostrando-lhes como é a vida universitária.

Os jovens poderão,  também, descobrir como tratar o seu animal de estimação, conhecer o hospital veterinário, perceber como se produz aquilo que comem, ver como se constroem edifícios e pontes, como se fazem robots, como se gere uma empresa, conhecer Lisboa e a sua multiculturalidade, aprender como se forma um atleta de alta competição.

Para a semana de 2 a 6 de julho poderão inscrever-se os alunos que frequentarão o 10º, 11º e 12º anos, estando a semana de 9 a 13 de julho destinada aos alunos que irão para – os  8º e 9º anos. No total existem sete programas à escolha na primeira semana, e quatro na segunda.

Para quem vive longe de Lisboa, a UTL providenciará um serviço de alojamento  e refeições que, para além do acompanhamento por monitores credenciados inclui  transporte de e para as Escolas onde se realizam as atividades-,

Ainda inserida na iniciativa e como forma de prestar um pequeno contributo a Instituições de Solidariedade Social através das ações que dinamiza, a UTL, através do ‘Verão na Técnica’, estabeleceu parcerias com a Fundação do Gil e a AIGAST (Associação de Imigrantes Guineenses dos Amigos a Sul do Tejo).

A participação no ‘Verão na Técnica’ tem um custo de 80€ e 160€, em caso de alojamento.

Todos os interessados deverão inscrever-se em www.tecnicajovem.utl.pt até 31 de maio.

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Ex-alunos da UMinho desenvolvem aplicação para pessoas com deficiência

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Três antigos alunos da Universidade do Minho desenvolveram uma tecnologia inovadora, que permite às pessoas com problemas de comunicação permanentes ou temporários exprimir as suas necessidades humanas básicas, recorrendo a um menu intuitivo que lhes permitem expressar o seu pedido ou desejo, utilizando um sintetizador de voz. A solução “Help Talk” foi recentemente distinguida com um prémio europeu da Fundação Vodafone e pretende ser implementada na área social, na saúde e na educação.

Esta aplicação foi pensada e criada na 1000 Empresas, entidade de base tecnológica de Guimarães liderada por Rui Alves, Mónica Alves e Leandro Barbosa, ex-alunos das licenciaturas em Informática de Gestão e Engenharia de Sistemas e Informática pela UMinho. Concebida especialmente para ser utilizada em smartphones, a “Help Talk” apresenta um conjunto de ícones que, quando pressionados, permitem ao utilizador transmitir necessidades básicas como “tenho sede” ou “estou com dores” a profissionais de saúde ou à família, dando inclusivamente pormenores sobre essas necessidades. Além disso, o utente poderá usar o teclado para expressar vontades adicionais, ativar um pedido de ajuda urgente que envia automaticamente uma mensagem pré-configurada para os destinatários previamente definidos ou, ainda, solicitar um pedido de localização, que situa o detentor do telemóvel através das coordenadas GPS.

Nova versão com suporte para diversas patologias

“Este prémio permitiu tirar da gaveta uma ideia que já fazia parte dos nossos projetos. Tendo tomado conhecimento de um estudo relativo à eficácia da comunicação com o cliente ventilado e seus níveis de satisfação, facilmente se constatou que, no mercado, não existem opções fáceis e intuitivas para estabelecer este tipo de comunicação”, explica Leandro Barbosa. “Pretendemos criar uma comunidade em torno da aplicação e do seu website para que, através da criação e partilha de perfis, possamos enriquecê-la cada vez mais. A Help Talk permitirá a criação de perfis específicos para patologias distintas (mudez, afasia ou doenças de Parkinson e Alzheimer) ou poderá simplesmente ser personalizado à medida de cada utilizador”, acrescenta. O próximo passo é desenvolver o Help Talk Pro, uma versão otimizada para instituições. Por enquanto, a aplicação está disponível em inglês, o que explica a boa recetividade por parte de outros mercados, mas o objetivo é que seja difundida em vários idiomas.

“Os conhecimentos adquiridos na frequência das respetivas licenciaturas, o grau de exigência imposto pela UMinho e a qualidade e competência dos seus docentes têm-se revelado fundamentais no nosso desempenho profissional. O know how de qualidade, o espírito crítico e a constante procura da eficácia que nos foi transmitido têm pautado o nosso dia-a-dia. Estas características têm sido muito importantes no universo profissional, permitindo-nos responder às solicitações do mercado de forma efetiva, estando sempre atentos à inovação tecnológica e às oportunidades de negócio”, diz Leandro Barbosa.

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Nova rede social portuguesa apela ao voluntariado no Verão

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“Muda o teu Mundo” é o apelo que a nova rede social My Social Project lança para mobilizar Portugal para o voluntariado, através de um vídeo institucional que também comemora o primeiro mês do projeto durante o qual se registou grande dinamismo e interatividade online. “Em pouco mais de um mês, contamos com cerca de 1700 membros inscritos e mais de 100 Causas espalhadas pelo país inteiro”, afirma o co-fundador do projecto, Pedro Bártolo.

Destinado a todos os portugueses, especialmente para aqueles que têm umas férias mais compridas (os jovens), o vídeo apresenta o My Social Project como o veículo ideal para encontrar e entrar em contacto Causas, Associações e IPSS às quais se podem dedicar durante as férias de Verão. Sob o lema “Aproximamos Pessoas”, o My Social Project apela ainda à interação das Empresas e Causas, de modo a facilitar a concretização de projetos sociais.

“Muda o teu Mundo” é um apelo que conta com o apoio promocional da Mega Hits, rádio que adoptou a plataforma online como o seu projeto de Responsabilidade Social. Para além disso, o My Social Project conta também com o conselho de personalidades como o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Rocha e Mello (Brisa), José Afonso Oom de Sousa (Novabase), Madalena Martins (Imago – Llorente & Cuenca), entre outros.

Para ver o vídeo institucional do projeto vá a YouTube Preview Image

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Faculdade de Direito da Católica realiza Open Day dos mestrados

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A Faculdade de Direito da Universidade Católica abre as suas portas, no próximo dia 7, segunda-feira, a todos que queiram conhecer a sua oferta de ensino pós-graduado, nomeadamente, Mestrados e LL.M. (LL.M. significa., em latim, Legum Magister – Mestre em Leis – na prática, um MBA de Direito).

Ao longo do dia que se inicia às 10h45, colaboradores, alunos e ex-alunos de todos os mestrados e representantes dos escritórios de advogados parceiros vão estar em contacto direto com os participantes neste evento, que poderão colocar todas as suas dúvidas sobre os programas da Faculdade de Direito da Universidade Católica.

Entre os programas em destaque, contam-se os novos mestrados em Direito Empresarial, Direito Fiscal e Direitos Fundamentais e também o Mestrado em Direito e Gestão, que resulta de uma organização conjunta com a Católica Lisbon – School of Business and Economics.

Os participantes nesta iniciativa vão poder ainda conhecer melhor o LL.M. em “Law in a European and Global Context” e o Advanced LL.M. em “International Business Law”, que integram a Católica Global School of Law.

Pioneira, no plano mundial, na área da investigação e do ensino do Direito, a Católica Global School of Law tem como objectivo a formação de juristas num contexto europeu e global, contando para isso com um corpo docente internacional de topo e empregando novas metodologias e técnicas pedagógicas. Segundo Luís Barreto Xavier, Director da Católica Global School of Law, “os programas de L.L.M. leccionados pela Católica através de novas abordagens do ensino do Direito, fornecem as ferramentas académicas necessárias ao trabalho num ambiente jurídico internacional indo ao encontro das necessidades de um mercado altamente globalizado.” Para saber mais, consulte http://www.fd.lisboa.ucp.pt/

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Ruiva cria Loja da Universidade na Universidade Nova de Lisboa

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A Universidade NOVA de Lisboa, através dos Serviços de Ação Social (SASNOVA), e a empresa RUIVA lançam, no próximo dia 2 de Maio, nos campus de Campolide, Avenida de Berna, Caparica e online, a marca NOVA UNIVERSITY. A partir de agora, os alunos terão ao seu dispor uma nova linha de merchandising universitário, Made in Portugal, comercializada pela Loja da Universidade, que irá vender t-shirts, hoodies, zip hoodies, uniformes desportivos e artigos de papelaria. Todos os artigos à venda na Loja da Universidade terão o carimbo NOVA UNIVERSITY, que pretende criar nos alunos da NOVA um sentimento de pertença relativamente à Instituição onde estudam.

A Universidade NOVA de Lisboa e a RUIVA são ambas pioneiras no projeto de Licenciamento Universitário em Portugal. A NOVA será a primeira universidade a lançar a sua própria marca de artigos têxteis e de papelaria e será também a primeira Universidade a abrir nos seus três campus uma Loja da Universidade, onde serão vendidos todos os artigos.

As lojas móveis da Loja da Universidade nascem de um conceito Eco-friendly-cool, sendo 100% recicláveis e totalmente Made in Portugal. As preocupações ecológicas presentes na criação do conceito fazem com que as lojas sejam inteiramente construídas em madeira, lembrando uma banca de venda ambulante. A compra de artigos neste local pretende ser acima de tudo uma experiência original, irreverente e muito convidativa.

No mesmo dia em que serão lançadas as três lojas móveis, a 2 de Maio, e tendo em consideração a percentagem de utilizadores de sites de vendas online, será também lançada uma Loja da Universidade online. O site – www.lojadauniversidade.com – permitirá a alunos, antigos alunos, alunos estrangeiros, professores e funcionários fazerem as suas compras online sem terem de se deslocar fisicamente à loja.

Licenciamento Universitário, como funciona?

A RUIVA, única empresa de licenciamento universitário em Portugal, assina um contrato de licenciamento de marca com a Universidade, investindo sozinha no branding, design, produção, marketing e distribuição da nova marca, e paga royalties à Universidade por cada artigo vendido.

Os royalties ganhos pelos SASNOVA tornam-se assim numa forma criativa de angariar financiamento para a Acção Social da Universidade NOVA de Lisboa, num projecto com investimento zero por parte da Universidade.

A RUIVA aposta e acredita no trabalho produzido em Portugal para a criação dos seus artigos de merchandising: acredita na capacidade dos jovens designers portugueses para o desenho das suas colecções, assim como nos pequenos produtores e nas suas fábricas de confecção têxtil. Acima de tudo, a RUIVA apoia a produção nacional em todas as suas vertentes, desde a capacidade criativa à produção e distribuição. Os SASNOVA orgulham-se de apoiar o empreendedorismo Português.

Sobre a RUIVA:
A RUIVA é uma incubadora de negócios constituída por capitais próprios portugueses. A Ruiva nasceu do espírito empreendedor de duas pessoas que pretendiam mudar de vida após 10 anos de trabalho numa empresa multinacional. A RUIVA aposta em boas e novas ideias, sendo uma destas, o negócio de Licenciamento Universitário, detido a 100% pela empresa.

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Universidade de Coimbra produz molécula para a Deteção Precoce da doença de Alzheimer

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC), através do seu Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), produziu uma molécula única - PiB (composto B de Pittsburgh) – que possibilita a deteção da doença de Alzheimer antes de os sintomas clínicos se revelarem, permitindo ainda distinguir esta patologia de outras formas de demência.

Para se perceber melhor a complexidade deste método de deteção precoce, os coordenadores da equipa, Antero Abrunhosa e Francisco Alves, explicam: «é um exame que necessita de uma logística complexa pois, devido ao seu curto tempo de vida, a PiB só pode ser sintetizada (composta) minutos antes da aplicação ao doente. Por esse motivo, quando o paciente dá entrada no ICNAS, a equipa de produção é informada, sendo a molécula sintetizada enquanto os técnicos preparam o doente para a realização do exame».

Este produto está já a ser usado no âmbito de um projeto de investigação liderado por Miguel Castelo Branco, do ICNAS, envolvendo ainda os Serviços de Medicina Nuclear e Neurologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (João Pedroso Lima e Isabel Santana) e uma colaboração com o Instituto de Medicina Molecular de Lisboa (Alexandre Mendonça).

A PiB é um composto altamente sensível, baseado em Carbono-11, um isótopo que é produzido, pela primeira vez em Portugal, e que «tem um tempo de vida útil de apenas 20 minutos, exigindo assim que o exame clínico se realize exclusivamente em unidades que possuam um ciclotrão, como é o caso do ICNAS», afirma Francisco Alves (responsável pelo ciclotrão e também docente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra).

Sendo a doença de Alzheimer uma patologia associada ao envelhecimento, cujas causas e tratamento são ainda desconhecidos, este exame médico, «é uma ótima ferramenta para validar tratamentos das doenças neurodegenerativas e abre uma janela para uma nova era da medicina preventiva. A partir de aqui, é possível testar os novos medicamentos numa fase precoce da doença, mesmo antes dos sintomas se manifestarem», reforça o neurocientista e Diretor do ICNAS, Miguel Castelo Branco.

Atualmente, conclui Antero Abrunhosa, que lidera o Laboratório de Radioquímica do ICNAS, «a produção desta molécula e, consequentemente, este tipo de exames médicos, só acontece nos principais centros de investigação do mundo. Permitir que os doentes portugueses tenham acesso a um diagnóstico atempado sobre a principal causa de demência é, sem dúvida, um marco decisivo».

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